Implementação
"O Plano de Acção não é um processo rígido…ele encoraja o sentido de pertença do processo"
Logo que o relatório de auto-avaliação, com os comentários da equipa da avaliação do MARP e do Painel do MARP, tiver sido aprovado pelo Fórum do MARP o país compromete-se a implementar o Plano de Acção final (POA) adoptado no relatório. O Plano de Acção final especifica detalhadamente o cronograma para todos os objectivos e actividades a terem lugar durante os três anos seguintes. O principal objectivo do POA é fechar todas as lacunas identificadas durante a auto-avaliação do país e melhorar as práticas e padrões de governação no país usando experiências de outros países (outros signatários do MARP).
É importante referir que o Plano de Acção é feito pelas estruturas nacionais do país, consultando várias esferas da sociedade, de modo a garantir que este plano seja mesmo encarado com algum sentido de pertença a todos. Este não é nenhum processo rígido de reforma tal como acontece com os condicionalismos históricos ligados aos pacotes de ajuda fornecidos pelo Fundo Monetário Internacional, mas sim um processo nacional com vista a promover o sentido de orgulho nacional e do esforço colectivo para melhorar as práticas de governação do país. O Plano de Acção é um plano desenvolvido pelo próprio país tomando em linha de consideração a especificidade da sua situação política, económica, corporativa e sócio-económica para a formulação de uma estratégia que responda a esta realidade.
