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Fases do Processo da AAP

Adesão do País
Na cimeira da UA ou do MARP
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Missões de Apoio ao País
O país recebe uma Missão de Apoio do Secretariado
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Análise e Relatório da Auto-Avaliação do País (Fase 1)
O país completa o RAAP e o projecto do Programa de Acção
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Missão de Avaliação do País (Fase 2)
A Equipa de Avaliação (EA) tem encontros com os intervenientes e avalia o RAAP
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Preparação de um Relatório oficial do País (Fase 3)
A Equipa de Avaliação (EA) integra o RAAP e a pesquisa contextual
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Oportunidade para o Governo Comentar
Os comentários do governo são anexados ao projecto de relatório
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Apresentação do Relatório (Fase 4)
Na Cimeira da UA ou do MARP
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Divulgação do Relatório para Apreciação Pública (Fase 5)
A sociedade civil pode ter acesso ao relatório após seis meses
right arrowPesquisa Contextual Efectuada pelo Secretariado

O Secretariado da AAP contrata um estudo contextual e uma avaliação técnica das práticas de governação do país.

O Secretariado da AAP fornece documentação contextual de referência para ser usada pela Equipa de Avaliação do País durante a Missão Oficial de Avaliação do País

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QUADRO PARA IMPRESSÃO

As Fases do Mecanismo Africano de Revisão de Pares estão descritas em vários documentos de base com diferentes graus de detalhe, entre os quais: o Documento Base do Mecanismo Africano de Revisão de Pares, de 9 de Março de 2003; o MARP: Organização e Processo, de 9 de Março de 2003; e o Memorando de Entendimento sobre a Avaliação Técnica e a Visita de Avaliação ao País, de 9 de Março de 2003. Segundo estes documentos, uma avaliação pode realizar-se em quatro casos:

1. Quando um país adere oficialmente ao processo do MARP (Avaliação de base);

2. Avaliação periódica, que deveria ser realizada em cada dois a quatro anos (na prática é mais provável que ocorra de cinco em cinco anos);

3. Por solicitação especial de um Estado membro do MARP, de que o Secretariado da AAP dê início a uma avaliação ad-hoc; e

4. Em qualquer momento quando se verifiquem sinais indicadores de uma crise política, económica ou social iminente num Estado membro do MARP. Este tipo de avaliação deve ser levado a cabo num espírito de entre-ajuda entre Estados africanos, e deve ser requerido pelo Comité de Implementação de Chefes de Estado e de Governo do MARP (Fórum da AAP), em solidariedade para com esse Governo.

O processo de avaliação das instituições e práticas de governação de um país pelos seus pares analisa quatro áreas temáticas da governação:

Embora algumas questões se situem claramente dentro destas quatro áreas temáticas, outras, tais como o impacto do crime ou o tratamento do HIV/SIDA, são consideradas questões transversais e tratadas por isso em mais do que um destes temas. Para ajudar um país a identificar sub-temas importantes no âmbito destas quatro áreas da governação, cada país recebe um questionário modelo do MARP para a auto-avaliação, e é persuadido a usá-lo como base para analisar o seu desempenho em cada uma das áreas da governação em questão.

Dado que o MARP se encontra numa fase inicial do seu desenvolvimento, a maioria dos Estados membros do MARP ainda não completaram a sua avaliação básica, e à data da publicação deste toolkit apenas o Gana, Quénia e Ruanda publicaram estas avaliações, devendo alguns outros países como a África do Sul e a Argélia publicar em breve as suas próprias avaliações internas.